A administração estratégica surge em Harvard na década de 1950 com a preocupação em identificar quais as principais variáveis do sucesso de uma empresa.
A abordagem estratégica tronou-se assim o núcleo central da preparação educacional daquela escola.
Ao longo destas décadas, várias escolas da administração estratégica surgem, cada uma delas com seus métodos e processos voltados ao aperfeiçoamento gerencial das empresas na relação com seu ambiente. Autores como Andrews, Ansoff, Chandler, Porter, Mintzberger, dentre outros, produziram obras seminais que deram base para o avanço teórico e prático da administração estratégica.
Em 1980 a publicação do livro de Michael Porter Competitive Strategy, causa importante impacto em tudo que havia sido produzido na administração estratégica, dando base para a fundação da Escola do Posicionamento.
Conceitos como vantagem competitiva e cadeia de valor, passam a integrar as ferramentas da administração estratégica, possibilitando o novo olhar sobre as empresas e suas forças competitivas que moldam sua lucratividade.
Sem desprezar as valiosas contribuições de outras escolas, muitas delas de grande valor – dependendo do foco do estudo – com a RBV Visão Baseada em Recursos, e a de Aprendizado, a Finis Art atua na formulação de estratégia empresarial com predominante orientação da Escola do Posicionamento.
A Estratégia é o Digital.
Com o avassalador impacto da tecnologia da informação e da internet forjando as transformações estruturais da sociedade e da economia, alguns autores já definem não mais o capitalismo como nosso modo de produção, mas sim o informacionalismo, capitalismo radical e universalmente reestruturado pela informação.
Como o substrato material desta revolução é o digital, as teorias modernas da administração estratégica apontam na direção de compreender os impactos da tecnologia da informação nas empresas e nos setores em que elas atuam.
Formular estratégia empresarial – independente da dimensão do empreendimento ou do setor em que esta atua –, sem levar em consideração a revolução digital e da informação é no mínimo bastante arriscado.
Neste aspecto, a escola do posicionamento (M. Porter) apresenta-se como aquela que tem a abordagem mais adequada para a formulação de estratégia neste ambiente.
A Finis Art, define sua funções estratégicas diante da revolução da informação, sempre intensa e incessante com base em dois problemas estruturais apontados por Michael Porter:
•PROBLEMA: A tecnologia da informação está permeando todos os pontos da cadeia de valor, nos diversos setores da economia, transformando a maneira como as atividades de valor são desempenhadas e a natureza dos elos entre elas. (M.Porter)
•FUNÇÃO: É função da Finis Art interpretar como a cadeia de valor da empresa contratante e seu segmento estão sendo afetados pela tecnologia da informação, e sobre esta atuar estrategicamente.
•PROBLEMA: A transformação tecnológica está expandindo os limites das possibilidades das empresas com maior rapidez do que a capacidade dos gestores para explorar oportunidades. (M. Porter)
•FUNÇÃO: É função da Finis Art atuar com uma ação de prospecção que identifique a expansão dessas novas possibilidades da empresa contratante e seu segmento, dimensionando recursos e métodos para que esta explore as novas oportunidades.